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segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015

Upgrades na Força Aérea Russa - 2014



Acima um treinador supersônico Tupolev Tu-128U abandonado desde a queda da URSS.
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A imagem que o ocidente tem da VVS é uma força aérea repleta de ferro velho sem condições de vôo, porém hoje em dia, mais de 30% de seu efetivo já se equivale às mais modernas forças aéreas do mundo, como a USAF, a Royal Air Force, a Armée de L'Air e à Luftwaffe. Essas aeronaves são um misto de novos projetos de origem 100% russa e modelos soviéticos que receberam modernizações em seus sistemas de armas e eletrônicos. 
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Grande parte da 'sucata' da Guerra Fria, como o Tu-16 acima foram removidos das linhas de frente em 1992 com o fim da URSS, deixando em serviço apenas os aviões mais recentes e eficazes.
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Entretanto cerca de 50% da VVS ainda necessita de atualização, pois aviões de combate como o Su-24 acima, de 1974 ainda permanecem nas linhas de frente, em plenas condições de vôo.
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Para facilitar a localização do tipo de avião de seu maior interesse, dividirei o texto de acordo com sua funcionalidade:
1-Bombardeiros estratégicos;
2-Tupolev Tu-22M3;
3-Treinadores;
4-Caças, interceptadores e aviões de combate aéreo;
5-Aviões de ataque e bombardeiros táticos.
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Tupolev Tu-160
O bombardeiro estratégico supersônico Tu-160 (leia sobre ele em "aviões de ataque da VVS") ainda detém o posto de maior e mais pesado avião de combate já produzido. Apesar de sua produção ainda não estar encerrada, o cronograma de receber um avião por ano não se cumpriu, e desde 2010 a VVS não recebeu mais nenhuma nova aeronave desse tipo. Nessa virada de ano, 11 estão em prontidão na base de Engels, quatro são utilizados para treinamento e um está em Zhukovsky para testes de sistemas e armas.
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Esses aviões realizam constantemente patrulhas de longa distância em passagens polêmicas, como o incidente de 01 de novembro de 2013, quando durante a visita à Venezuela, dois Tu-160 invadiram o espaço aéreo colombiano, fazendo com que fosse necessária a interceptação e escolta para que os bombardeiros russos se retirassem.
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Tu-95MS
Ainda sem a reforma para o padrão avançado MSM, programado para se iniciar ano passado, os Tu-95MS permanecem em atividade total e também em testes de novas armas. A VVS conta hoje com 58 Tu-95MS de prontidão e mais cinco aviões, provavelmente assim como o Tu-160, quatro devem serem utilizados para treinamento e um para teste de novas armas.
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O novo Kh-101/102 volta a ser testado, após um suposto boato de cancelamento no ano 2000. Diferentemente das estimativas americanas e suposições de entusiastas e especialistas, o Kh-101/102 é projetado para transportar uma ogiva convencional e não nuclear, além de não ter o absurdo alcance de cinco mil km (suposto), mas um generoso 2.000 km, dando a ele o topo da lista das armas aerotransportadas, com ogiva convencional, de maior alcance.
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Apesar de sua aparência antiquada, o Tu-95MS é o turbo-hélice mais próximo de um jato dentre todos turbo-hélices no mundo. Curiosamente ele é também o turbo-hélice com maior velocidade com mesma propulsão. Em comparação ao seu similar da USAF, o B-52H, o Tu-95MS é cerca de 10% mais lento e tem 5% a menos de alcance, porém tem um menor custo operacional e uma vida útil maior.
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Tanto armado com mísseis convencionais, como com nucleares, aliados a um alcance de 15.000 km, o Tu-95MS volta a ser um tremendo incômodo para os países da OTAN ou aliados aos EUA. Em 2013 os Tu-95MS foram interceptados em Guam, no Oceano Pacífico, próximos ao Alasca no Ártico e na Coréia do Sul e Hokkaido no Japão, situados no extremo oriente.
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Tu-22M3
Ainda controverso e assunto polêmico nas discussões sobre armas estratégicas, o Tu-22M3 ainda é a base da defesa russa, frente as forças tarefa da OTAN. Dos cerca de 150 operacionais em 2012, hoje 107 estão ativos, sendo que alguns dos 43 restantes estão passando por um upgrade e outros foram desativados.
Sendo um avião muito similar em velocidade (mach 2.05) aos caças, com um alcance bem maior que qualquer caça (7.000 km) e uma carga de mísseis idêntica a de um bombardeiro estratégico, o Tu-22M3 foi produzido sem a sonda de reabastecimento, para assim não ser caracterizado como "bombardeiro estratégico" e consequentemente, ser limitado pelo START (Tratado de Limitação de Armas Estratégicas).
O cronograma de reforma e atualização da VVS prevê cerca de 30 Tu-22M3M (padrão atualizado acima) até 2020. Os outros aviões provavelmente serão desativados e substituídos pelo novo Sukhoi Su-34, que é bem menor, mais avançado e pode se defender como um caça convencional. Se vc gosta do Tu-22M3 não deixe de ver as melhores imagens dele aqui.
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Tu-134UBL
O treinador Tu-134UBL permanece em serviço na VVS com 27 unidades, atendendo à formação de tripulação dos Tu-22M3. O modelo é derivado do transporte Tu-134AK que comentarei em seguida, na parte 3 dessa matéria.
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Aero L-39 Albatros
A VVS não utiliza um treinador básico padrão, assim como é feito nos EUA e no Brasil. O piloto russo tem um diferencial entre o brasileiro e o norte americano... ele tem que se formar logo para economizar a verba fornecida pelo governo à VVS. No Brasil o piloto se inicia normalmente no T-25 Universal, depois passa-se a um T-27 Tucano para chegar a um caça, nos EUA o piloto se inicia em um T-6 II e passa a um treinador a jato avançado, o T-38 Talon, depois para um caça. Na Rússia o piloto começa no L-39 e já passa em seguida para um caça.
Dos mais de 1.000 L-39 fornecidos à URSS durante o período soviético, ainda hoje mais de 200 L-39 permanecem ativos na VVS, devido à sua confiabilidade e robustez. Como o L-39 era produzido pela Checoslováquia, o fornecimento desse avião à VVS se encerrou com o fim da URSS, assim hoje o avião já se encontra em fase de aposentadoria por tempo de serviço, e assim será substituído gradativamente pelo Yak-130.
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Leia mais sobre os Aero Vodochny L-39 Albatros e outros aviões europeus em: Aviões de Combate - Leste Europeu
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Yakovlev Yak-130
O novo treinador/ataque leve Yak-130 que fez seu primeiro vôo em 1996, entrou em serviço em 2010, e desde então vem sido produzido para a VVS até chegar as 200 unidades encomendadas. Hoje 37 Yak-130 fazem parte da VVS.
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Mig-25RU
O Mig-25RU é a versão de treinamento do avião de reconhecimento Mig-25R/RB derivados do antigo interceptador soviético Mig-25. A família Mig-25 ainda detém o título de aviões mais rápidos do mundo.
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Apesar de terem sidos fabricados na 1° metade dos anos 80, durante o período da URSS, os Mig-25RU ainda são mais velozes e voam a altitudes muito superiores à qualquer outro avião ocidental, tanto que durante a crise financeira dos anos 90, a nova Rússia fretava seus Mig-25RU para vôos de grande altitude.
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A empresa se chamava "Space Travellers" e tinha como objetivo principal levar turistas à estratosfera, em uma altitude onde já é possível notar a curvatura da Terra e a escuridão do espaço, mesmo durante o dia.
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Mig-29
Dos mais de 500 Migs 29 herdados da URSS, a VVS ainda dispõe de 250 aviões desse tipo em operação. Em sua maioria são dos modelos Mig-29S como o da foto acima, fabricados entre o final dos anos 80 e início dos anos 90. O Mig-29S foi o primeiro avião soviético a portar uma carga de mísseis e equipamentos eletrônicos equiparáveis aos caças ocidentais, por esse motivo, o Mig-29 disputa junto ao norte americano General Dynamics F-16 Fighting Falcon o título de avião de combate mais usado no mundo. Veja em: Top 10 caças médios
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Já dos anos 2000 temos a versão SMT (acima) equipada com equipamento eletrônico 100% digital de 4,5° geração, radar multimodo e capacidade extra de combustível. A VVS tem 30 Mig-29SMT e provavelmente terá mais, à medida que se executa o cronograma de reformas, iniciados em 2008.
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Mig-29UB/UBT
Além das versões de combate, o Mig-29 possui um modelo exclusivo de treinamento, o Mig-29UB (cinza logo acima) ou o atualizado UBT (n° 21 acima). Ao todo 6 UBTs juntam-se a um grande número dos UBs.
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É possível que agora em 2014 a VVS venha a receber seus primeiros Mig-29M (acima) ou Mig-35, que possuem tecnologia de 4,5° geração, radar AESA e rcs reduzido. O Mig-29M é um avião de combate equiparável ao F/A-18E/F Super Hornet e ao Eurofighter Typhoon, em categoria, desempenho e tecnologia. Sua produção porém carece de verbas do governo, já que a venda dos Mig-29 caiu muito com as opções de Sukhoi disponíveis.
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Mig-31
O interceptador soviético de 4° geração Mig-31 também permanece ativo tanto na VVS como na AVMF (aviação naval). Cerca de 300 aviões estão listados na Rússia, sendo que aproximadamente 150 estão prontos para combate. Desses 150, 30 são utilizados pela AVMF, em aeródromos próximos à bases navais, e os restantes permanecem na reserva ou aguardando a modernização para o padrão BM como o acima.
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Acima o Mig-31BM armado com mísseis anti radar à esquerda e anti navio à direita.
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Um MFD em funcionamento no cockpit de um Mig-31BM.
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A mais recente modernização incluem novos sistemas de armas e novos eletrônicos, dentre as inovações tecnológicas podemos citar a estação de comunicação entre caças e a substituição dos antigos computadores e displays simples, por atuais MFDs como os caças de 4,5 ° geração ocidentais. Dentre as armas, novos mísseis como o Kh-31P anti-radar e o R-73, ar-ar IR de médio alcance, que até então estavam indisponíveis aos modelos Mig-31 e Mig-31B/BS.
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Acima o Mig-31 soviético durante a decolagem (novembro de 2013).
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O Mig-31 soviético, produzido entre 1982 a 1989, possui características remanescentes da filosofia antiquada soviética que dizia: "Nossa nação é um gigantesco porta aviões no meio do planeta", assim pensando, a nação deveria ter uma enorme quantidade de aviões, sem sonda para reabastecimento aéreo (como o avião acima). Alguns desses interceptadores soviéticos ainda permanecem em serviço na VVS.
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A versão Mig-31B (acima) que entrou em serviço em 1990, incorporou além da sonda de reabastecimento em vôo, a opção de transportar no cabide das asas, os R-40, mísseis ar-ar guiados por IR, de logo alcance, antes utilizados somente pelo Mig-25. A maioria dos Migs 31 em serviço hoje são desse modelo. Seu aparato eletrônico é antiquado, típico dos anos 90, talvez ineficaz contra a atual tecnologia "stealth" de 5° geração norte americana, mas uma ameaça temível a quaisquer outra aeronave que tentar invadir o território russo.
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Apesar de parecer um caça, o Mig-31 é um interceptador, que tem como função abater grandes e importantes aeronaves, como bombardeiros estratégicos e aviões espiões, como tb de abater mísseis tipo "cruise" voando à baixa altitude. Em um combate corpo a corpo, contra um caça pequeno e ágil, o enorme e pesado Mig-31 levaria a pior, pois seu desempenho visa alcance, altitude e velocidade, porém em detrimento à sua capacidade de manobra.
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Interceptadores foram utilizados desde os princípios da guerra aérea, os modelos se popularizaram durante a Guerra Fria, e posteriormente, a cada ano do período pós URSS, sua quantidade vem caindo, pois quase todos bombardeiros estratégicos foram desativados. Os EUA desativaram seu último interceptador, o F-14 Tomcat em 2006, a Inglaterra o Tornado ADV em 2011, na Alemanha os F-4 Phantom em 2013. Hoje o principal motivo de desativação dos interceptadores é o custo de manter uma aeronave de única função, já que os modernos caças multifuncionais possuem a capacidade de abater quase qualquer alvo aéreo.
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Mig-31BM
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Visando manter o Mig-31 ativo por mais tempo, devido a seu incomparável desempenho de vôo e distância de tiro (alcance de mísseis), a nova estratégia de modernização engloba além dos eletrônicos, uma capacidade extra de rastrear e destruir radares inimigos, assim como faz atualmente o Sukhoi Su-24MR russo e o Boeing EA-18G Growler dos EUA.
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Hoje 17 Mig-31BM fazem parte da linha de frente da VVS. O programa de modernização tem a previsão de modernizar um total de 60 aviões desses até 2020 e mantê-los em serviço até 2028.
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Sukhoi Su-24
O bombardeiro soviético Sukhoi Su-24M já foi o avião mais numeroso da VVS (após a URSS), com mais de 500 em serviço ativo. Atualmente cerca de 280 aviões desse tipo estão na Rússia, sendo que metade pode não estar em boas condições de vôo, cerca de 20 estão a serviço da Marinha Russa e o restante na linha de frente da VVS. Dentre os modelos em serviço, temos o Su-24M (acima), que é um avião de tecnologia similar ao Panavia Tornado. Apesar de serem usados pelo mundo todo, os bombardeiros supersônicos táticos já foram desativados nos EUA, com a aposentadoria do F-111F em 1996.
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O Su-24M também passa pelo programa de atualizações, desde 1999 a VVS já recebeu 40 aviões no padrão Su-24M2 (acima). O programa de modernização segue vagarosamente, junto à desativação das unidades mais antigas e o recebimento dos modernos Su-34, esses últimos citados, são multifuncionais, assim como os aviões de combate dos EUA. A VVS pretende desativar mais de 100 Su-24 até o ano de 2015.
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Su-25
O Su-25 é um avião de ataque e apoio aéreo, projetado para missões em baixa altitude, em terreno hostil. Para isso ele conta com blindagem especial, que protege tanto o piloto como o avião de um possível fogo inimigo. Mesmo o avião sendo antigo e totalmente analógico, o Su-25 é um avião robusto e confiável, que vem sendo utilizado com sucesso desde os anos 80, quando iniciou-se no combate durante a Guerra do Afeganistão (1979-1989).
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Com 195 aviões desses em serviço em 2014, a VVS conta com um programa de modernização para o padrão Su-25SM (acima), já com equipamentos eletrônicos modernos. Ao todo 60 SMs já estão operacionais na VVS, mais 80 serão modernizados até 2020 e os restantes serão aposentados.
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Su-27
O caça de superioridade aérea Sukhoi Su-27 é a peça mais importante dentre os aviões de combate na Rússia desde a queda da URSS em 1991. Ele é responsável por manter a superioridade aérea em caso de guerra, assim como os F-15C e F-22 da USAF, os Typhoon da RAF e Luftwaffe e os Rafale da Armée de l'Air.
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De um total de 355 Su-27 na Rússia, temos 225 Su-27M (dos 260 em 2012), 74 Su-27SM e 4 Su-27SM3, esses últimos equipados com mesma aparelhagem eletrônica, motores e armamento do Su-35S.
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O modelo biplace Su-27UB (acima) também continua em serviço em 2014. Ao todo tanto a VVS como a AVMF operam hoje cerca de 50 Su-27UB.
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Su-30
O Su-30 foi o primeiro avião de combate russo multifuncional, já projetado com aparelhagem eletrônica 100% digital. O Su-30 é uma resposta tardia ao norte americano F-15E Strike Eagle (veja comparações), de 1988, pois seu desenvolvimento coincidiu-se com a crise financeira, passada pela Rússia, logo após a queda da URSS.
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Para evitar um possível cancelamento como outros projetos russos da época, o Su-30 foi oferecido ao mundo, como uma nova opção de avião de combate, até então não disponível no mercado de exportações. A venda do Su-30 para vários países mundo afora, fez o ocidente rever suas estratégias de defesa aérea, tanto relacionadas à desenvolvimento de novos caças (F-35 Lightning II), como de exportações de modelos exclusivos (F-15E, F/A-18E) e de novas táticas de combate, em lições duramente aprendidas pela USAF contra os Su-30MKI indianos em exercícios conjuntos.
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Dos mais de 420 produzidos, somente cerca de 25 estão em serviço na VVS, sendo que alguns são bem antigos, dos anos 90, 16 são do modelo Su-30M2, de 2011 e cinco Su-30SM como os das imagens acima, sem pintura, pintado com zarcão e já nas novas cores da VVS. Até 2020 a VVS pretende receber ainda mais 60 Su-30SM.
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Su-34
O bombardeiro Su-34 é uma proposta única em avião de combate e ataque, dentre todos aviões de combate do mundo. Ele entra na VVS como um substituto para dois modelos soviéticos distintos citados acima, o Tu-22M3 e o Su-24M. Curiosamente o Su-34 tem os tripulantes lado a lado, assim como o Su-24M e o F-111F, mas porta armamento misto de combate aéreo e ataque ao solo, além de armas anti-radar.
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O Su-34 é um avião exclusivo de uso russo, sem perspectivas de ser exportado, já que é um avião completo e equipado para missões de longa duração, por dispor de uma capacidade de combustível extra, além de um mini banheiro e uma mini copa para a tripulação. Hoje a VVS conta com 39 aviões plenamente operacionais de produção e 6 ou 7 protótipos para testes, a previsão é para 124 aviões até 2020 e provavelmente até 200 para o futuro.
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Su-35S
A VVS já conta com 22 Su-35S na linha de frente, o novo caça vem forçando o ocidente à correr com o desenvolvimento de novos aviões e sistemas de armas. Esse ano a VVS pretende receber ainda mais 12 Su-35S, de um total de 64 previstos até 2020.
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Futuro
Além do provável recebimento dos primeiros Mig-29M, não podemos de deixar de citar o T-50:
A VVS prevê o recebimento dos primeiros T-50 para testes em 2015. Apesar de ainda estar longe da operacionalidade, o T-50 segue em 2014 a 2° fase do cronograma de testes. Assim como o F-22 e o F-35 norte americanos, o T-50 também recebeu cabides externos sobre as asas.
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O protótipo n° 5 está pintado com uma cor mais próxima do "operacional" que o estranho padrão dos protótipos anteriores.
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2 comentários:

  1. Muito boa matéria, pergunta? O MiG 31bm com o novo radar e novos avionicos não teria capacidade de detectar os B 2 spirits da USAF não?

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  2. Iodo avião que possui radar de rastreamento aréreo pode detectar um B-2 Jonatan, a questão é saber a qual distância ele é detectável. Não sei ao certo a que distância o radar Zaslon-M do MiG-31 localizaria o B-2, porém ele pode detectar um caça dentre 285 a 320 km e um avião grande, como o Air Force One ou um B-52 a cerca de 400 km. O radar Irbis-E do Sukhoi Su-35S localiza um B-2 a 300 km de distância.

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