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sábado, 27 de outubro de 2012

Orel e Dima na doca seca

Dois grandes submarinos nucleares da VMF (Marinha Russa) encontram-se em manutenção na doca seca. Um deles é o SSGN K-266 Orel, ou "Águia":
 O K-266 Orel foi lançado em 1992, mas sua construção é projeto datam da época da URSS.
 O Orel e seus irmãos pertencem a classe Antey de submarinos nucleares de míssil guiado (SSGN), projetados para caçar as forças tarefa da US Navy pelos oceanos ao redor do mundo.
O armamento principal da Classe Antey são 24 mísseis antinavio supersônicos P-700 Granit, que podem carregar uma ogiva de até 500kt a uma distância de 550km.
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 O outro "monstro" na doca é o TK-298 Dimitry Donskoy, o último dos Akula, até então o maior submarino do mundo.
O "Dima" como é chamado foi lançado em 1982 e já recebeu uma modernização em 2002, quando foi convertido para plataforma de testes do novo míssil Bulava.
Dos 6 construídos na época da URSS, três foram desmantelados e reciclados, dois (Arkhangelsk e Severstal) aguardam reforma a mais de 6 anos e somente o "Dima" estava em uso até o ano passado.
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segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Retorno da Classe Lada

Após uma série de problemas com o novo sistema de propulsão independente do ar (AIP), o submarino B-585 São Petersburg, volta a ser testado em mar aberto. Confiram as imagens:
 Submarino São Petersburg durante as comemorações do Dia da Marinha Russa.

 O São Petersburg ao lado de um submarino diesel elétrico da Classe Paltus

 Em mar aberto, durante os testes:


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Submarino nuclear russo dispara míssil balístico

O submarino nuclear russo São Jorge disparou no último dia 20/10 um míssil balístico R-29R como parte dos exercícios militares que tiveram início em setembro por toda Rússia, mobilizando mais de 8000 pessoas.

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O São Jorge assim como seus outros dois irmãos, o Ryazan e o Podolsk, são os submarinos nucleares em operação mais antigos do mundo, mas isso não é motivo para desmerecê-los.
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Os SSBN da classe Kalmar estão entre as 4 classes de submarinos com maior poder de destruição do mundo. Apenas um deles tem a capacidade de destruição de todas principais cidades da costa oeste dos EUA, disparando do oceano Pacífico.
O míssil balístico R-29R pode ser disparado com o submarino submerso, assim como os mais modernos submarinos norte-americanos. Cada R-29R transporta três ogivas nucleares de 200kt a uma distância de até 6500 km. Cada ogiva tem seu próprio curso de reentrada, dificultando assim a defesa anti-míssil adversária.
Os Kalmar transportam 16 mísseis R-29R, sendo que esses podem serem disparados em sequência, com um tempo de disparo de cerca de 40 segundos entre um e outro. Considerando que cada míssil transporte 3 ogivas, em pouco mais de 10 minutos após uma sequência de disparo, o São Jorge assim como seus irmãos, conseguem colocar 48 ogivas na estratosfera, sendo assim muito difícil a interceptação até mesmo pelo mais moderno sistema anti-míssil norte-americano, o Standard SM-3 (RIM-161).
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